De 03 a 06 de
Julho de 2017

Programação: Detalhamento da programação

Mesas e Painel

03/07 – 9:00h as 10:30h
Mesa 1: 20 ANOS DE ABRAPEC: MEMÓRIAS DE CONQUISTAS E MOVIMENTOS DE RESISTÊNCIA 
Esta mesa-redonda abre o XI ENPEC problematizando o tema central deste evento, no intuito de explicitar questões epistemológicas, sociais e históricas que entrelaçam a área de Educação em Ciências à ABRAPEC.
Demétrio Delizoicov (UFSC)
Eduardo Mortimer (UFMG)
Roseli Schnetzler (UNIMEP)
Terezinha Valim Oliver Gonçalves (UFPA) 
Moderadora: Isabel Martins (UFRJ)


03/07 – 14:00h as 16:00h
Mesa 2: MOVIMENTOS SOCIAIS E PROJETOS EDUCACIONAIS CONTEMPORÂNEOS : DIÁLOGOS COM A PESQUISA EM EDUCAÇÃO EM CIÊNCIAS 
Esta mesa-redonda visa discutir possibilidades de pesquisa da área de Educação em Ciências frente a questões colocadas por projetos e movimentos educacionais contemporâneos, como Escola sem Mordaça, questões socialmente agudas e questões ambientais.
Antonio Fernando Gouvêa da Silva (UFSCAR)
Fernando Penna (UFF) 
Russel Teresinha Dutra da Rosa (UFRGS)
Moderador: Charbel El-Hani (UFBA)
 
03/07 – 14:00h as 16:00h
Mesa 3:  PERSPECTIVAS DE PESQUISA EM CURRÍCULOS EM CIÊNCIAS NA EDUCAÇÃO BÁSICA
Nesta mesa-redonda serão discutidas algumas perspectivas de pesquisa, que atualmente sustentam investigações na educação básica. As convidadas apresentarão temas como a etnografia da sala de aula e ensino intercultural, teorias de currículos, estratégias de desenvolvimento para a construção de capital social entre as comunidades indígenas.
Antonia Candela (UNAM, México)
Elizabeth Macedo (UERJ)
Lyn Carter (Australian Catholic University, Austrália)
Moderador: Edenia Amaral (UFRPE)

04/07 - 10:30h as 12:30h
Painel: REFORMA DO ENSINO MÉDIO: EDUCAÇÃO EM CIÊNCIAS E JUVENTUDE
Neste painel a reforma do ensino médio será objeto de discussão a partir de reflexões de diferentes atores sociais envolvidos em movimentos de resistência, com destaque para o protagonismo da militância estudantil. Pesquisas sobre a temática da juventude, processos de escolarização e políticas públicas para jovens também serão debatidas.
Ana Julia Ribeiro (Colégio Estadual Senador Manoel Alencar Guimarães, Curitiba)
Dante Moura (IFRN)
Paulo Carrano (UFF)
Moderador: Marcelo Giordan (USP)

06/07 - 10:30h as 12:30h
Mesa 4: DESAFIOS DAS PUBLICAÇÕES DAS PESQUISAS NA ÁREA
Nesta mesa serão abordados desafios, limites e possibilidades do papel de diferentes tipos de periódicos que divulgam pesquisas. Serão evidenciadas as semelhanças e diferenças entre periódicos destinados a públicos diversos e com objetivos distintos, buscando evidenciar a importância de todos eles, assim como suas contribuições para a construção de conhecimento da área; a formação de professores e pesquisadores; e o fortalecimento da Educação em Ciências tanto em contextos formais quanto informais.
Aureli Caamaño (Editor da Alambique, Espanha) 
Luciano Mendes (Editor da Revista Brasileira de Educação Básica)
Ludovic Morge (Redator chefe de  Recherches en Didactique des Sciences et des Technologies, França) 
Moderadora: Rosária Justi (UFMG)
 
06/07 - 10:30h às 12:30h

Mesa 5: PESQUISA EM EDUCAÇÃO EM CIÊNCIAS: APORTES TEÓRICOS  DOS ESTUDOS SOBRE COLONIALIDADES E SUBALTERNIDADES
Esta mesa tem como objetivo discutir aspectos de grupos e movimentos contra hegemônicos que têm florescido em diversos espaços da sociedade brasileira. Concomitante a esses acontecimentos, a pesquisa em educação em ciências tem se debruçado sobre essas questões, não somente trazendo oxigenação nessas reflexões, mas também contribuições propositivas para repensar o funcionamento de uma sociedade mais justa e menos desigual.
Celso Sanchéz (UNIRIO) 
Katemari  Diogo Rosa (UFCG)
Maria Paula Meneses (Universidade de Coimbra, Portugal)
Moderadora: Adela Molina (Universidad Distrital Francisco José de Caldas, Colombia
)
  

Sessão Debates  - 04/07 - 16:30h as 18:30h

1.    EDUCAÇÃO EM CIÊNCIAS NO ENSINO FUNDAMENTAL E O ABANDONO ESCOLAR
Debatedora: Lucia Helena Sasseron (USP)
O que significa “abandono escolar”? Quem abandona a escola? Quem abandona a educação em ciências? Quem são os afetados pelo abandono escolar?
Neste debate, pretendemos avaliar causas, efeitos e diferentes aspectos que influenciam no abandono escolar para a educação científica, bem como colocar em pauta elementos que justifiquem a manutenção da educação em ciências no Ensino Fundamental.


2.    DESAFIOS E EVOLUÇÃO DA INCLUSÃO ESCOLAR A PARTIR DA REUNIÃO DE SALAMANCA
Debatedor: André Luís Tato (Colégio Pedro II, RJ)
Declarações nacionais e internacionais: qual o impacto nas escolas brasileiras? Para melhor entender o tema, algumas questões não podem deixar de ser debatidas. Em nosso debate enfatizaremos:
1- Variação de matrículas de alunos com necessidades educacionais específicas: turmas regulares X turmas específicas.
2- Identidade e diferença, decidindo a melhor opção para o estudante: o que é específico e o que é geral?
3- Marcos Legais da Educação Especial: declarações internacionais e evolução da inclusão escolar desde a declaração de Salamanca até os dias atuais. O que mudou?
4- Inclusão escolar envolvendo professores da carreira EBTT: quais os objetivos e suas instâncias burocráticas?  
 
3.    QUESTÕES ÉTICAS NA PESQUISA EM EDUCAÇÃO EM CIÊNCIAS
Debatedor: Antônio Carlos Amorim (Unicamp)
Esta sessão visa conversar sobre as relações entre ética e pesquisa em educação em ciências, a partir dos princípios, pressupostos e críticas que foram a base da construção da Deliberação do Conselho Nacional de Saúde sobre as especificidades da ética em pesquisa das ciências humanas, sociais e sociais aplicadas. Um deles diz respeito à representação de ciências que baliza a proposição dos procedimentos éticos; tal aspecto mereceria ser problematizado, haja vista suas aproximações e distanciamentos entre as ciências humanas e sociais e as pesquisas em educação em ciências?
Aos interessados que queiram participar deste debate, solicita-lhes que sejam enviadas, com antecedência de até uma semana antes do evento, questões, dúvidas, relatos de procedimentos junto aos comitês de ética, dentre outras informações que fomentem a discussão. Enviar para acamorim@unicamp.br


 
4.    ANÁLISE DOS CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DOS PERIÓDICOS NAS ÁREAS DE EDUCAÇÃO E ENSINO

Debatedores: Edenia Amaral (UFRPE); e Paulo Marcelo Marini Teixeira (UESB)
Sugestões para o desenvolvimento do debate:
1. Como funciona e é operacionalizado o Qualis CAPES? (principalmente considerando nossa área)?
2. Qual a importância e quais os objetivos de qualificar/avaliar a produção acadêmica e científica de uma área de conhecimento?
3. Como são estabelecidos os critérios para os estratos do qualis periódicos CAPES? E que implicações eles trazem para a qualidade da produção de conhecimento na área?
4. Quais os impactos que esse tipo de avaliação tem ou pode ter nas formas de produção de conhecimento e crescimento da área?
5. Como escolhemos (discentes, docentes, pesquisadores, etc.) os periódicos em que vamos submeter nossas publicações (artigos, ensaios, etc.)? Que critérios são utilizados pelas pessoas para definir essa escolha? O Qualis é levado em consideração nesses momentos?


Sessão Debates  - 05/07 - 18:30h as 20:00h

5. DIRETRIZES PARA AS LICENCIATURAS NA EDUCAÇÃO DE CIÊNCIAS EM TEMPOS DE “NOTÓRIO SABER”
Debatedor: Evandro Ghedin (UEAM)
Questão inicial:
Considerando a falsa premissa de que basta um tipo de saber específico, descolado do saber científico, metódico e rigoroso, prescindindo dos saberes pedagógicos do conteúdo, dos saberes das ciências da educação e das teorias científicas e pedagógicas do ensino-aprendizagem de ciências, que professor se pretende formar nas licenciaturas para Educação em Ciências em tempos de “notório saber”, flexibilidade camuflada, liberdade descartada de responsabilidade, ensino integral e exclusão integral?

 

6.    EDUCAÇÃO EM CIÊNCIAS PARA AS RELAÇÕES ETNICO-RACIAIS E A EDUCAÇÃO NO CAMPO
Debatedor: Antonio Fernando Gouvêa da Silva (UFSCAR)
Problematização proposta para o debate:
1. Por que ensinar Ciências na Educação Básica? Qual é o papel sociocultural do ensino de Ciências? 
2. Debater as afirmações: 
a) “Democratizar a ciência é garantir que todos - independentemente da classe, da etnia, da região ou do gênero -, tenham acesso aos mesmos conteúdos científicos”;
b) “Não há preconceitos ou  visões políticas no conhecimento científico - essa é a importância do ensino de Ciências”;
c) “A Educação no (do?) Campo tem de tomar como principal referência os conhecimentos científicos universais”.

 

7. EDUCAÇÃO EM SAÚDE E EDUCAÇÃO AMBIENTAL: ENTRE A PRODUÇÃO DE CONHECIMENTO E A MILITÂNCIA 

Debatedores: Adriana Mohr (UFSC) e Elsa Meinardi (UBA, Argentina)
O debate abordará e problematizará questões como:
1) Qual o papel da Educação em Saúde e da educação ambiental na escola?
2) Militância na Educação em Saúde e na Educação Ambiental na escola: adequação?, limites?, possibilidades?
3) Quais as diferenças e semelhanças da Educação em Saúde e da Educação Ambiental na escola e fora dela?
4) Qual o papel do professor de Ciências na Educação em Saúde e na Educação Ambiental?
5) Educação em Saúde e Educação Ambiental: conteúdos de ensino ou objetivos/direitos de aprendizagem?
6) Que concepções de aprendizagem estamos assumindo ao abordar a Educação Ambiental e em Saúde e como elas são traduzidas em estratégias de ensino na escola?

 

8. FINANCIAMENTOS PARA EDUCAÇÃO EM CIÊNCIAS EM ESPAÇOS NÃO-FORMAIS 
Debatedores: Ildeu Moreira (UFRJ e SBPC)  e Martha Marandino (USP)
A preocupação com a relação entre ciência e sociedade e as discussões sobre seus impactos não é recente, mas são temas que têm tomado proporções maiores nos últimos anos no mundo todo e, em especial, no Brasil. Programas governamentais foram propostos buscando ampliar o acesso e qualidade das ações de educação e divulgação do museus e centros de ciências. Especialmente nos últimos quinze anos, o país vivenciou o crescimento das áreas de divulgação científica e ensino não formal de ciências, fruto de políticas públicas voltadas à inclusão social. Editais de popularização da ciência lançados pelo MCTI, em parceria com outros órgãos, como o Conselho de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e a Academia Brasileira de Ciências (ABC), e com empresas privadas, e pelas Fundações de Amparo à Pesquisa dos estados (FAPs) foram cruciais para a inauguração de museus e centros de ciências em várias regiões do país e a estruturação e diversificação de atividades dos já existentes. No entanto o crescimento e fortalecimento dessas ações, inverteu nos últimos anos e o que se vê é a vulnerabilidade dos museus e centros de ciências diante do atual cenário de crise econômica e política. Quais foram os avanços obtidos nos últimos anos? O que mudou neste cenário? No que os financiamentos apoiaram de fato a ampliação da relação entre ciência e sociedade? Quais são os riscos do momento atual?


Sessão Encontros - 04/07 - 18:30h as 20:00h

EDITORES DE REVISTAS
Coordenação: Rosária Justi (UFMG)
Este Encontro se propõe a ser um fórum de discussão entre os editores de revistas da área. Nesta edição, em particular, pretendemos discutir um problema cuja frequência, infelizmente, tem aumentado: o plágio. A discussão será orientada por questões como: O que caracteriza plágio e autoplágio? Como identificá-los? Como conscientizar os autores sobre a importância de evitar tal prática? Quais posturas os editores podem adotar? 
 
CA/Ed CNPq
Coordenação: Josenilson Guilherme de Araújo (COSAE/CGCHS – CNPq) e Charbel El-Hani (UFBA)
O Encontro visa apresentar e socializar dados sobre o Fomento à Pesquisa em Educação no âmbito do CNPq referentes ao período 2010-2016 e às modalidades de Bolsa Produtividade em Pesquisa (PQ) e Auxílio à Pesquisa (Universal e CHSSA), e sobre a organização e os critérios utilizados no processo de avaliação das demandas por bolsas e auxílios.

ENCONTRO COM ÍBEROS 
Coordenação: Adela Molina (Universidade Distrital da Colombia)
Esta é a quinta versão do CIEC (Congresso Ibero-americano de pesquisa em Ensino das Ciências), com a participação de pesquisadores de diferentes países. Como nos anteriores encontros, os participantes trocam experiências de pesquisas compartilhadas sobre o rumo da educação em ciências atendendo às necessidades e contexto dos países, entre outras; nesta oportunidade chama-se a debater sobre o tema central do XI ENPEC.

ASSEMBLEIAS DAS ASSOCIAÇÕES CIENTÍFICAS

ASSEMBLÉIA DA SBEnBio
Assembleia dos associados da Associação Brasileira de Ensino de Biologia (SBEnBio) para tratar de temas de interesse destes associados e comemorar os 20 anos de sua fundação.

REUNIÃO DOS EDUCADORES QUÍMICOS PRESENTES NO ENPEC
Coordenação:Elisa Massena, Gerson Mol e Maria Helena Beltran
Na reunião dos Educadores Químicos presentes no ENPEC a “Comissão Nacional Provisória da Associação de Educadores Químicos”, constituída na assembleia final do último ENEQ,  apresentará os resultados da consulta feita à comunidade sobre o nome para tal agremiação e uma visão panorâmica dos pesquisadores que participaram do levantamento. Além disso, também será apresentada a primeira versão do Estatuto dessa associação.

 ENCONTRO DE PESQUISADORES EM EDUCAÇÃO EM SAÚDE E ENSINO DE CIÊNCIAS
Coordenação: Adriana Mohr (UFSC), Julio Cesar Bresolin Marinho (UNIPAMPA) e Tiago Venturi (UDESC)
O encontro tem objetivo de  propiciar um espaço/tempo mais específico durante o ENPEC para a interlocução entre pesquisadores do campo de pesquisas em Educação em Saúde no Ensino de Ciências. Especificamente visa: (a) identificar e mapear pesquisadores e grupos de pesquisa no campo da Educação em Saúde no Ensino de Ciências, (b) criar uma rede de contato e interação entre pesquisadores do campo da Educação em Saúde no Ensino de Ciências e (c) homenagear e conhecer a obra da pesquisadora Virgínia Schall (1954-2015).

ENCONTRO DE COORDENADORES DE PROGRAMAS DE PÓS-GRADUAÇÃO EM EDUCAÇÃO EM CIÊNCIAS
Coordenação: Carmen Roselaine de Oliveira Farias (UFRPE) e Ana Maria dos Anjos Carneiro Leão​ (UFRPE)
O Encontro de Coordenadores tem por objetivo criar durante o XI Encontro Nacional de Pesquisa em Educação em Ciências (ENPEC) um espaço de diálogo, articulação e discussão de questões prioritárias para a pesquisa e a pós-graduação na área de Ensino de Ciências e Matemática. Espera-se que a oportunidade possibilite-nos avançar uma discussão das perspectivas e desafios de formar mestres e doutores neste campo e congregar esforços para uma proposição de encaminhamentos visando o fortalecimento da área na CAPES, bem como no cenário brasileiro e internacional.

 

Sessão de Pôsteres: tabela disponível em

 http://www.abrapecnet.org.br/enpec/xi-enpec/txt/22


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