Debates

Sessão Debates  - 04/07 - 16:30h as 18:30h

1.    EDUCAÇÃO EM CIÊNCIAS NO ENSINO FUNDAMENTAL E O ABANDONO ESCOLAR
Debatedora: Lucia Helena Sasseron (USP)

O que significa “abandono escolar”? Quem abandona a escola? Quem abandona a educação em ciências? Quem são os afetados pelo abandono escolar?
Neste debate, pretendemos avaliar causas, efeitos e diferentes aspectos que influenciam no abandono escolar para a educação científica, bem como colocar em pauta elementos que justifiquem a manutenção da educação em ciências no Ensino Fundamental.


2.    DESAFIOS E EVOLUÇÃO DA INCLUSÃO ESCOLAR A PARTIR DA REUNIÃO DE SALAMANCA
Debatedor: André Luís Tato (Colégio Pedro II, RJ)

Declarações nacionais e internacionais: qual o impacto nas escolas brasileiras? Para melhor entender o tema, algumas questões não podem deixar de ser debatidas. Em nosso debate enfatizaremos:
1- Variação de matrículas de alunos com necessidades educacionais específicas: turmas regulares X turmas específicas.
2- Identidade e diferença, decidindo a melhor opção para o estudante: o que é específico e o que é geral?
3- Marcos Legais da Educação Especial: declarações internacionais e evolução da inclusão escolar desde a declaração de Salamanca até os dias atuais. O que mudou?
4- Inclusão escolar envolvendo professores da carreira EBTT: quais os objetivos e suas instâncias burocráticas?  
 
3.    QUESTÕES ÉTICAS NA PESQUISA EM EDUCAÇÃO EM CIÊNCIAS
Debatedor: Antônio Carlos Amorim (Unicamp)

Esta sessão visa conversar sobre as relações entre ética e pesquisa em educação em ciências, a partir dos princípios, pressupostos e críticas que foram a base da construção da Deliberação do Conselho Nacional de Saúde sobre as especificidades da ética em pesquisa das ciências humanas, sociais e sociais aplicadas. Um deles diz respeito à representação de ciências que baliza a proposição dos procedimentos éticos; tal aspecto mereceria ser problematizado, haja vista suas aproximações e distanciamentos entre as ciências humanas e sociais e as pesquisas em educação em ciências?
Aos interessados que queiram participar deste debate, solicita-lhes que sejam enviadas, com antecedência de até uma semana antes do evento, questões, dúvidas, relatos de procedimentos junto aos comitês de ética, dentre outras informações que fomentem a discussão. Enviar para acamorim@unicamp.br

 
4.    ANÁLISE DOS CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DOS PERIÓDICOS NAS ÁREAS DE EDUCAÇÃO E ENSINO

Debatedores: Edenia Amaral (UFRPE); e Paulo Marcelo Marini Teixeira (UESB)
Sugestões para o desenvolvimento do debate:
1. Como funciona e é operacionalizado o Qualis CAPES? (principalmente considerando nossa área)?
2. Qual a importância e quais os objetivos de qualificar/avaliar a produção acadêmica e científica de uma área de conhecimento?
3. Como são estabelecidos os critérios para os estratos do qualis periódicos CAPES? E que implicações eles trazem para a qualidade da produção de conhecimento na área?
4. Quais os impactos que esse tipo de avaliação tem ou pode ter nas formas de produção de conhecimento e crescimento da área?
5. Como escolhemos (discentes, docentes, pesquisadores, etc.) os periódicos em que vamos submeter nossas publicações (artigos, ensaios, etc.)? Que critérios são utilizados pelas pessoas para definir essa escolha? O Qualis é levado em consideração nesses momentos?


Sessão Debates  - 05/07 - 18:30h as 20:00h

5. DIRETRIZES PARA AS LICENCIATURAS NA EDUCAÇÃO DE CIÊNCIAS EM TEMPOS DE “NOTÓRIO SABER”
Debatedor: Evandro Ghedin (UEAM)

Questão inicial:
Considerando a falsa premissa de que basta um tipo de saber específico, descolado do saber científico, metódico e rigoroso, prescindindo dos saberes pedagógicos do conteúdo, dos saberes das ciências da educação e das teorias científicas e pedagógicas do ensino-aprendizagem de ciências, que professor se pretende formar nas licenciaturas para Educação em Ciências em tempos de “notório saber”, flexibilidade camuflada, liberdade descartada de responsabilidade, ensino integral e exclusão integral?
 

6.    EDUCAÇÃO EM CIÊNCIAS PARA AS RELAÇÕES ETNICO-RACIAIS E A EDUCAÇÃO NO CAMPO
Debatedor: Antonio Fernando Gouvêa da Silva (UFSCAR)

Problematização proposta para o debate:
1. Por que ensinar Ciências na Educação Básica? Qual é o papel sociocultural do ensino de Ciências? 
2. Debater as afirmações: 
a) “Democratizar a ciência é garantir que todos - independentemente da classe, da etnia, da região ou do gênero -, tenham acesso aos mesmos conteúdos científicos”;
b) “Não há preconceitos ou  visões políticas no conhecimento científico - essa é a importância do ensino de Ciências”;
c) “A Educação no (do?) Campo tem de tomar como principal referência os conhecimentos científicos universais”.

 

7. EDUCAÇÃO EM SAÚDE E EDUCAÇÃO AMBIENTAL: ENTRE A PRODUÇÃO DE CONHECIMENTO E A MILITÂNCIA 

Debatedores: Adriana Mohr (UFSC) e Elsa Meinardi (UBA, Argentina)
O debate abordará e problematizará questões como:
1) Qual o papel da Educação em Saúde e da educação ambiental na escola?
2) Militância na Educação em Saúde e na Educação Ambiental na escola: adequação?, limites?, possibilidades?
3) Quais as diferenças e semelhanças da Educação em Saúde e da Educação Ambiental na escola e fora dela?
4) Qual o papel do professor de Ciências na Educação em Saúde e na Educação Ambiental?
5) Educação em Saúde e Educação Ambiental: conteúdos de ensino ou objetivos/direitos de aprendizagem?
6) Que concepções de aprendizagem estamos assumindo ao abordar a Educação Ambiental e em Saúde e como elas são traduzidas em estratégias de ensino na escola?

 

8. FINANCIAMENTOS PARA EDUCAÇÃO EM CIÊNCIAS EM ESPAÇOS NÃO-FORMAIS 
Debatedores: Ildeu Moreira (UFRJ e SBPC)  e Martha Marandino (USP)

A preocupação com a relação entre ciência e sociedade e as discussões sobre seus impactos não é recente, mas são temas que têm tomado proporções maiores nos últimos anos no mundo todo e, em especial, no Brasil. Programas governamentais foram propostos buscando ampliar o acesso e qualidade das ações de educação e divulgação do museus e centros de ciências. Especialmente nos últimos quinze anos, o país vivenciou o crescimento das áreas de divulgação científica e ensino não formal de ciências, fruto de políticas públicas voltadas à inclusão social. Editais de popularização da ciência lançados pelo MCTI, em parceria com outros órgãos, como o Conselho de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e a Academia Brasileira de Ciências (ABC), e com empresas privadas, e pelas Fundações de Amparo à Pesquisa dos estados (FAPs) foram cruciais para a inauguração de museus e centros de ciências em várias regiões do país e a estruturação e diversificação de atividades dos já existentes. No entanto o crescimento e fortalecimento dessas ações, inverteu nos últimos anos e o que se vê é a vulnerabilidade dos museus e centros de ciências diante do atual cenário de crise econômica e política. Quais foram os avanços obtidos nos últimos anos? O que mudou neste cenário? No que os financiamentos apoiaram de fato a ampliação da relação entre ciência e sociedade? Quais são os riscos do momento atual?

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